Dos 2.561 imóveis sob gestão do Instituto da Segurança Social, um terço do total (854 frações) encontravam-se devolutos à data das verificações. Isso significa que mais de 800 imóveis estavam sem uso e sem gerar renda para o Instituto. No entanto, essa situação está prestes a mudar.
De acordo com o relatório da Inspeção-Geral de Finanças (IGF), divulgado em novembro do ano passado, 36,8% do total de frações estavam “sem contrato de arrendamento ativo”. Isso significa que mais de um terço dos imóveis geridos pelo Instituto da Segurança Social estavam sem inquilinos e sem gerar receita.
Esses números podem parecer preocupantes à primeira vista, mas na verdade eles representam uma grande oportunidade para o Instituto da Segurança Social. Com a devida gestão e estratégia, esses imóveis devolutos podem se tornar uma fonte de renda significativa para o Instituto, além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida de muitas pessoas.
O primeiro passo para aproveitar essa oportunidade é entender as razões por trás do grande número de imóveis devolutos. De acordo com o relatório da IGF, a maioria desses imóveis está localizada em zonas urbanas, onde a procura por habitação é maior. No entanto, muitos deles estão em más condições, o que dificulta a sua comercialização. Além disso, alguns imóveis estão localizados em áreas remotas, onde a procura por habitação é menor.
Para resolver esses problemas, o Instituto da Segurança Social está implementando um plano de ação que visa reabilitar e rentabilizar esses imóveis. O objetivo é torná-los atrativos para potenciais inquilinos e, assim, aumentar a taxa de ocupação e a receita gerada.
Uma das medidas adotadas é a realização de obras de reabilitação nos imóveis em más condições. Isso não só tornará os imóveis mais atraentes para os inquilinos, mas também aumentará o seu valor de mercado. Além disso, o Instituto está buscando parcerias com empresas e investidores para a realização dessas obras, o que reduzirá os custos para o Instituto.
Outra estratégia adotada é a promoção dos imóveis localizados em áreas remotas. O Instituto está buscando parcerias com empresas e instituições que possam utilizar esses imóveis para fins comerciais, como a instalação de escritórios ou a criação de espaços de coworking. Isso não só aumentará a taxa de ocupação desses imóveis, mas também contribuirá para o desenvolvimento dessas regiões.
Além disso, o Instituto está buscando formas de tornar o processo de arrendamento mais ágil e eficiente. Isso inclui a criação de uma plataforma online para a divulgação dos imóveis disponíveis e a simplificação dos procedimentos burocráticos. Com essas medidas, o Instituto espera atrair mais interessados e aumentar a taxa de ocupação dos imóveis.
É importante ressaltar que a rentabilização desses imóveis não se limita apenas à geração de receita para o Instituto da Segurança Social. Ao aumentar a taxa de ocupação e reabilitar esses imóveis, o Instituto também está contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de muitas pessoas. Afinal, esses imóveis podem se tornar a casa de famílias que estão em busca de um lugar para morar.
Além disso, a rentabilização desses imóveis também terá um impacto positivo na economia do país. Com mais imóveis ocupados e em bom estado, haverá um aumento na oferta de habitação, o que pode contribuir para a redução dos preços dos aluguéis. Isso beneficiará não





