A Corrida Internacional de São Silvestre é uma das provas mais tradicionais e desafiadoras do Brasil e do mundo. Realizada todos os anos no dia 31 de dezembro, ela reúne milhares de corredores de diferentes nacionalidades e idades, que buscam superar seus limites e conquistar o tão sonhado pódio. E neste ano não foi diferente. Mais uma vez, a prova foi palco de grandes emoções e superações, com destaque para a atleta brasileira Nubia de Oliveira, que chegou em terceiro lugar na categoria feminina, repetindo o feito do ano anterior.
Com apenas 23 anos de idade, Nubia já é considerada uma das grandes promessas do atletismo brasileiro. Em sua quarta participação na São Silvestre, ela mostrou mais uma vez sua determinação e garra ao conquistar o terceiro lugar, com um tempo de 52 minutos e 42 segundos, sendo a melhor atleta brasileira na prova. E mesmo com esse excelente resultado, ela não se contenta e tem um objetivo claro em mente: ser campeã da São Silvestre.
Em entrevista coletiva após a corrida, Nubia afirmou que seu sonho é se tornar a grande campeã da prova e que vai lutar por isso até o fim. Ela reconhece que ainda tem muito a percorrer em sua carreira, mas acredita que está ganhando experiência a cada participação na São Silvestre. E não é à toa que ela é uma grande inspiração para muitas mulheres, mostrando que é possível alcançar seus objetivos e ser referência no esporte, mesmo vindo de uma região nordestina.
A vitória na categoria feminina ficou com a atleta da Tanzânia, Sisilia Ginoka Panga, que fez o tempo de 51 minutos e 08 segundos. Esta foi sua primeira participação na São Silvestre e a primeira vitória de uma atleta de seu país na prova. Um feito histórico que quebrou uma sequência de vitórias de atletas quenianas, que vinha desde 2016. Sisilia teve que ultrapassar a corredora queniana Cynthia Chemweno, que liderou a prova nos minutos iniciais, mas acabou chegando em segundo lugar.
Além de Nubia, outras atletas brasileiras também se destacaram na prova, como a peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga, que chegou em quarto lugar, e a queniana Vivian Jeftanui Kiplagati, que conquistou a quinta posição. E é importante ressaltar que, apesar de ainda não termos uma campeã brasileira na São Silvestre desde 2006, a presença feminina tem crescido a cada ano na prova, mostrando que as mulheres estão cada vez mais fortes e determinadas a conquistar seu espaço no esporte.
No masculino, o melhor atleta brasileiro foi Fábio de Jesus Correia, que chegou em terceiro lugar. Ele também tem um sonho de ser campeão da São Silvestre e acredita que com muito treino e dedicação, pode alcançar esse objetivo nos próximos anos. A última vez que o Brasil conquistou a prova no masculino foi em 2010, com Marilson Gomes dos Santos.
A vitória na categoria masculina ficou com o etíope Muse Gisachew, que ultrapassou o queniano Jonathan Kipkoech Kamosong nos minutos finais, com uma diferença de apenas quatro segundos. Muse comemorou sua chegada com muita emoção e agradeceu a todos que o apoiaram durante a prova. Já Kamosong lamentou ter estabelecido um ritmo forte no início da corrida, o que acabou custando a vitória no final.
Durante a entrevista coletiva, Fábio de Jesus Correia aproveitou para fazer





