Na última quinta-feira, milhares de venezuelanos marcharam pelas ruas de Caracas em um ato de protesto pela libertação do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores. A manifestação, organizada por líderes da oposição e apoiada por diversos grupos da sociedade civil, contou com a presença de pessoas de diferentes idades, classes sociais e ideologias políticas.
O protesto teve início na Praça Venezuela, um dos pontos mais movimentados da capital venezuelana, e seguiu em direção ao Palácio de Miraflores, sede do governo do país. Os manifestantes empunhavam cartazes com palavras de ordem como “Liberdade para Maduro e Cilia” e “Basta de repressão”. O clima era de indignação e esperança por uma mudança no cenário político e econômico do país.
A marcha foi convocada após a prisão de Maduro e de sua esposa, que foram acusados de corrupção e violação dos direitos humanos. A situação na Venezuela tem se tornado cada vez mais crítica, com a população enfrentando escassez de alimentos, medicamentos e outros bens básicos, além de uma forte instabilidade política e econômica.
Os venezuelanos que participaram da manifestação afirmam que a prisão do presidente e de sua esposa é um ato de perseguição política e que eles são inocentes das acusações feitas. Para eles, a libertação do casal é essencial para o restabelecimento da democracia e da estabilidade no país.
Entre os presentes na marcha estavam líderes da oposição, como Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional e autoproclamado presidente interino da Venezuela. Guaidó reforçou a importância da mobilização popular para pressionar o governo a libertar Maduro e Cilia. Ele também pediu a união de todos os venezuelanos em prol da liberdade e da reconstrução do país.
Além dos protestos nas ruas, diversas entidades internacionais também têm se posicionado a favor da libertação do presidente e de sua esposa. O Grupo de Lima, formado por países latino-americanos, divulgou uma declaração em apoio à manifestação e exigindo a liberdade imediata de Maduro e Cilia, assim como a realização de eleições presidenciais livres e transparentes.
Para os venezuelanos, a marcha é uma demonstração de que a população não está disposta a aceitar uma ditadura e continuará lutando por seus direitos e pela democracia. Eles acreditam que, com a união e determinação do povo, a liberdade de seu país será conquistada.
Apesar das dificuldades enfrentadas pelos venezuelanos, a marcha em Caracas mostrou a força e a coragem do povo em lutar por um futuro melhor. A mensagem deixada pelos manifestantes é clara: a Venezuela não se renderá e seguirá em busca de uma sociedade livre, justa e democrática.
No final do percurso, os manifestantes se dispersaram pacificamente, mas deixaram um recado claro para o governo: a luta pela libertação de Maduro e Cilia não terminará até que eles sejam soltos e a Venezuela volte a ser um país de oportunidades e prosperidade para todos os seus cidadãos.
Que a marcha em Caracas sirva de exemplo para outros países e que a mensagem de esperança e resistência dos venezuelanos seja ouvida em todo o mundo. A libertação do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa é um passo importante para a reconstrução da Venezuela e para a construção de um futuro promissor para todo o povo venezuelano. Juntos, somos mais fortes e venceremos essa batalha pela liberdade e pela democracia.





