Decorre nesta quarta-feira, em Viena, a 39ª reunião de ministros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (OPEP+). Este encontro é de grande importância para o mercado petrolífero mundial e para a economia dos países membros da organização.
A OPEP foi fundada em 1960 por cinco países: Arábia Saudita, Kuwait, Irã, Iraque e Venezuela. O objetivo da organização era coordenar as políticas petrolíferas desses países e garantir uma estabilidade nos preços do petróleo no mercado internacional. Ao longo dos anos, a OPEP foi crescendo e atualmente conta com 13 países membros, incluindo a Argélia, Angola, Equador, Gabão, Guiné Equatorial, Líbia, Nigéria, Congo, Emirados Árabes Unidos, Catar, Indonésia e a recente adesão do Gabão em 2016.
A partir de 2016, a OPEP passou a trabalhar em conjunto com outros 11 países produtores de petróleo não membros da organização, incluindo a Rússia, México e Cazaquistão, formando a chamada OPEP+. O objetivo dessa parceria é manter o equilíbrio entre a oferta e a demanda de petróleo no mercado internacional, garantindo preços justos e estáveis para os produtores e consumidores.
A reunião desta quarta-feira, em Viena, é um momento importante para a OPEP+ discutir e decidir sobre a produção de petróleo dos países membros. Com a recente queda dos preços do petróleo no mercado internacional, muitos países estão preocupados com a possibilidade de uma grande oferta de petróleo no mercado, o que poderia gerar um desequilíbrio e uma queda ainda maior nos preços. Por isso, é essencial que a OPEP+ tome medidas para evitar essa situação.
Os esforços da OPEP+ têm sido bem-sucedidos. Em 2016, a organização e seus aliados concordaram em reduzir a produção de petróleo em 1,8 milhão de barris por dia, o que resultou em um aumento gradual nos preços do petróleo. Em junho deste ano, a OPEP+ decidiu continuar com os cortes de produção até março de 2020, em um esforço para manter os preços estáveis.
Além disso, a OPEP+ também tem se preocupado em diversificar sua economia e reduzir sua dependência do petróleo. Os países membros têm investido em outras áreas, como turismo, tecnologia e agricultura, a fim de garantir uma fonte de renda mais sustentável a longo prazo.
A reunião desta quarta-feira também será uma oportunidade para os países membros discutirem sobre a entrada de novos membros na organização. Em junho, a OPEP+ aprovou a adesão da Guiné Equatorial, que se tornou o sexto país africano na organização. A entrada de novos membros fortalece a OPEP+ e reforça sua posição no mercado petrolífero mundial.
Além disso, a OPEP+ tem se mostrado comprometida com a preservação do meio ambiente. Os países membros têm implementado medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e promover fontes de energia renovável. A organização também tem investido em tecnologias mais limpas para a produção de petróleo.
Outro ponto importante a ser discutido nesta reunião é a situação política e econômica dos países membros. A OPEP+ tem se mostrado solidária com os países que enfrentam crises econômicas e políticas, oferecendo apoio e assistência em momentos difíceis.
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