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Tarifas retaliatórias procuram afetar mais os Estados que votaram Trump

Tarifas retaliatórias procuram afetar mais os Estados que votaram Trump

in Economia
Tempo de leitura: 2 mins read

Coincidência ou vingança? As contramedidas do Canadá, União Europeia e China às novas tarifas aduaneiras dos EUA afetam particularmente os Estados que votaram no atual presidente.

No final de 2016, o mundo viu com surpresa a eleição de Donald Trump como o novo presidente dos Estados Unidos. Sua campanha presidencial foi marcada por promessas de “tornar a América grande novamente” e colocar os interesses do país em primeiro lugar. Entre essas promessas, estava a ideia de renegociar acordos comerciais que, segundo ele, prejudicavam a economia dos EUA. No entanto, as recentes tarifas aduaneiras impostas pelo governo americano parecem estar tendo um efeito oposto, especialmente para os Estados que apoiaram Trump nas eleições de 2016.

Desde março deste ano, os EUA começaram a aplicar tarifas adicionais em produtos importados de países como China, Canadá e países da União Europeia, alegando questões de segurança nacional. Essas tarifas afetam principalmente produtos como aço e alumínio, além de outros bens de consumo. Como esperado, os países afetados não ficaram satisfeitos com essa decisão e responderam com contramedidas, incluindo tarifas em produtos americanos.

Essas medidas de retaliação não são novidade quando se trata de disputas comerciais internacionais. No entanto, o que tem chamado a atenção é que essas tarifas afetam particularmente os Estados que votaram em Trump na eleição presidencial de 2016. O Canadá, maior parceiro comercial dos EUA, tem como alvos específicos produtos fabricados em estados como Michigan, Ohio e Wisconsin, que foram determinantes para a vitória de Trump. Já a União Europeia impôs tarifas em produtos como bourbon, que é produzido principalmente no Kentucky, outro estado em que o atual presidente teve grande apoio. Além disso, a China também está mirando sua retaliação em produtos que afetam diretamente os estados que apoiaram Trump.

Seria, então, coincidência ou vingança desses países em relação aos votos dados a Trump? Certamente, é uma combinação de ambas. Por um lado, é natural que esses países não queiram ficar sujeitos às tarifas impostas pelos EUA e tenham buscado formas de se proteger. Por outro lado, é inegável que essas medidas de retaliação atingem os estados que deram vitória a Trump na eleição presidencial.

No entanto, essa situação pode trazer consequências negativas para ambos os lados. As tarifas aduaneiras podem prejudicar as economias desses países, bem como a economia americana. O Canadá, por exemplo, é responsável por cerca de 75% das exportações de aço para os EUA e pode ser afetado se as indústrias de aço e alumínio canadenses forem afetadas pela queda nas vendas para o mercado americano.

Além disso, essas medidas podem levar a uma escalada da disputa comercial, com mais tarifas sendo impostas e retaliadas. Isso pode afetar negativamente a economia global e gerar incertezas para as empresas e investidores.

O presidente Trump acredita que as tarifas são necessárias para proteger a indústria americana e criar empregos no país. No entanto, muitos especialistas acreditam que essas medidas podem ter o efeito oposto, aumentando os custos para as empresas e, consequentemente, prejudicando a economia. Além disso, é importante lembrar que o comércio internacional é um sistema complexo, em que os países dependem uns dos outros para o crescimento econômico.

Outro ponto importante é que essas tar

Tags: Prime Plus

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