A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) recentemente destacou que Portugal tem a capacidade de operar com governos minoritários no Parlamento, mas ressaltou que o partido Chega não está alinhado com as políticas orçamentárias do centrão. No entanto, mesmo que haja um novo governo minoritário e o Orçamento para 2026 seja chumbado, o país tem a vantagem de poder operar em regime de duodécimos, o que alivia a pressão.
A S&P é uma das principais agências de classificação de risco do mundo e suas avaliações são amplamente consideradas pelos investidores e pelos mercados financeiros. A agência recentemente revisou a perspectiva de Portugal de “estável” para “positiva”, o que significa que há uma possibilidade de melhoria na classificação de risco do país no futuro.
Uma das razões para essa mudança positiva na perspectiva é a capacidade de Portugal de operar com governos minoritários no Parlamento. Isso significa que, mesmo que nenhum partido tenha maioria absoluta, é possível formar um governo com o apoio de outros partidos. Isso é importante porque garante a estabilidade política e evita a necessidade de eleições antecipadas, o que poderia afetar negativamente a economia do país.
No entanto, a S&P também destacou que o partido Chega, que obteve um resultado significativo nas últimas eleições, não está alinhado com as políticas orçamentárias do centrão. Isso significa que, se houver um novo governo minoritário, pode haver dificuldades na aprovação do Orçamento para 2026. No entanto, a agência ressalta que, mesmo que o Orçamento seja chumbado, o país tem a vantagem de poder operar em regime de duodécimos.
O regime de duodécimos é uma medida que permite ao governo continuar operando com um orçamento provisório, caso o Orçamento anual não seja aprovado. Isso significa que o país não fica sem recursos e pode continuar funcionando normalmente até que um novo Orçamento seja aprovado. Essa medida é importante porque evita a paralisação de serviços públicos essenciais e garante a continuidade das atividades econômicas.
Além disso, a S&P também destacou que Portugal tem feito progressos significativos na redução do déficit orçamentário e na melhoria da sua situação fiscal. Isso é importante porque demonstra o compromisso do país em manter suas finanças públicas sob controle e garantir a sustentabilidade da dívida. Esses fatores, combinados com a recuperação econômica em curso, são vistos como positivos pela agência de classificação de risco.
Portugal tem enfrentado desafios econômicos significativos nos últimos anos, mas tem conseguido superá-los com sucesso. O país tem sido elogiado por sua resiliência e capacidade de se adaptar às mudanças, o que tem sido fundamental para sua recuperação. Além disso, o governo tem implementado reformas estruturais importantes, que têm contribuído para o crescimento econômico e a criação de empregos.
É importante ressaltar que a avaliação da S&P é apenas uma perspectiva e não uma classificação definitiva. No entanto, é um sinal positivo de que Portugal está no caminho certo e que suas políticas econômicas estão sendo bem-sucedidas. Isso deve ser motivo de orgulho para todos os portugueses e deve servir como um incentivo para continuar trabalhando em prol do desenvolvimento do país.
Em resumo, a avaliação da S&P sobre a capacidade de Portugal de operar com governos minoritários no Parlamento é um sinal positivo para o país. Isso demonstra a estabilidade política e a capacidade de





