Medida é tomada após três reduções consecutivas no ano passado, em setembro, outubro e dezembro
O ano de 2020 foi um período desafiador para a economia global, com a pandemia da Covid-19 impactando diversos setores e mercados ao redor do mundo. No Brasil, não foi diferente. No entanto, apesar de todas as dificuldades, o governo vem adotando medidas para impulsionar a economia e garantir a retomada do crescimento. E, mais uma vez, uma nova medida vem sendo anunciada após três reduções consecutivas no ano passado, em setembro, outubro e dezembro.
A decisão, tomada pelo Banco Central, consiste em elevar a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75%, chegando a 2,75% ao ano. Essa é a primeira elevação da Selic desde 2015, quando a taxa estava em 14,25%. Naquela época, o país enfrentava uma forte crise econômica e a alta dos juros foi uma forma de controlar a inflação e estimular o crescimento.
Desta vez, a decisão vem como uma forma de conter a elevação da inflação, que tem preocupado especialistas e investidores. É importante destacar que, mesmo com a elevação, a Selic ainda se mantém em patamares historicamente baixos, o que contribui para estimular a economia. Além disso, a medida é vista como uma forma de garantir a solidez da economia brasileira em meio à crise sanitária.
A elevação da Selic também é uma resposta às expectativas de mercado, que já vinham prevendo um aumento na taxa. Com isso, o Banco Central busca manter a credibilidade e a transparência em sua política monetária. A expectativa é de que a Selic chegue a 3,5% ao ano até o final de 2021.
Para os investidores, a elevação da taxa básica de juros pode trazer oportunidades de ganhos em aplicações de renda fixa, como títulos públicos e certificados de depósito bancário (CDBs), que tendem a ter suas rentabilidades atreladas à Selic. Além disso, a medida pode incentivar o consumo, uma vez que o rendimento da poupança tende a aumentar, estimulando os brasileiros a investirem e consumirem mais.
A decisão vem em um momento importante para a economia brasileira, que vem apresentando sinais de recuperação após a forte queda no ano passado. No último trimestre de 2020, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 3,2%, puxado pelo desempenho positivo do setor agropecuário e da indústria. A expectativa é de que, com a vacinação em massa e a retomada gradual das atividades, o país possa apresentar um crescimento ainda maior em 2021.
Além disso, o governo vem colocando em prática outras medidas para estimular a economia, como a liberação do auxílio emergencial e a implementação de reformas estruturais, como a tributária e a administrativa. Com a expectativa de uma recuperação econômica mais sólida, o Brasil pode se consolidar como um dos países que mais se recuperará da crise causada pela pandemia.
É importante ressaltar que medidas como a elevação da taxa básica de juros são necessárias para garantir a estabilidade econômica e o controle da inflação. O Banco Central vem atuando de forma responsável e coerente, buscando o equilíbrio necessário para garantir o crescimento do país.
Em resumo, a elevação da Selic é uma medida positiva e necessária, que traz oportunidades e incentivos para os investidores e contribui para a retomada do crescimento econômico. Com a expectativa de uma recuperação sólida

