A Corrida Internacional de São Silvestre é uma das provas mais tradicionais e desafiadoras do mundo do atletismo. Realizada anualmente no dia 31 de dezembro, em São Paulo, a corrida atrai milhares de atletas de diversos países, que buscam superar seus limites e conquistar o tão sonhado pódio. E, mais uma vez, a atleta brasileira Nubia de Oliveira mostrou sua determinação e talento, conquistando o terceiro lugar na categoria feminina da 100ª edição da São Silvestre.
Nubia de Oliveira já é conhecida por sua força e velocidade nas corridas de rua. Em 2018, ela conquistou o terceiro lugar na São Silvestre, e esse ano, repetiu o feito, confirmando sua posição entre as melhores atletas do mundo. Com um tempo de 52 minutos e 42 segundos, Nubia mostrou sua garra e determinação durante os 15 km de percurso, enfrentando o calor e o cansaço para cruzar a linha de chegada em terceiro lugar.
Mas não foi fácil. A corrida foi liderada pela atleta da Tanzânia, Sisilia Ginoka Panga, que fez um excelente tempo de 51 minutos e 09 segundos. Esta foi a primeira participação de Sisilia na São Silvestre, e ela surpreendeu a todos com sua velocidade e resistência, mantendo a liderança durante toda a prova. A queniana Cynthia Chemweno, segunda colocada, também repetiu sua posição do ano passado, completando o percurso em 52 minutos e 30 segundos.
A quarta colocação ficou com a peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga, que fez um tempo de 52 minutos e 53 segundos. Já a quinta posição foi conquistada pela queniana Vivian Jeftanui Kiplagati, com o tempo de 53 minutos e 07 segundos. Essas atletas mostraram toda a sua técnica e preparo físico, mostrando que a São Silvestre é uma prova que exige muito dos competidores.
É importante ressaltar que a participação feminina na São Silvestre tem crescido a cada ano. Em 2019, a corrida teve um número recorde de mulheres inscritas, mostrando que o espaço das mulheres no esporte está cada vez mais consolidado. E, com o desempenho dessas atletas, fica evidente que elas estão preparadas para enfrentar qualquer desafio e conquistar grandes resultados.
No entanto, vale lembrar que há quase 20 anos o Brasil não sobe ao topo do pódio da São Silvestre. A última brasileira a vencer a corrida foi Lucélia Peres, em 2006. Mas isso não significa que não temos atletas talentosas e capazes de vencer essa prova tão desafiadora. Nubia de Oliveira é uma prova disso. E, com sua persistência e dedicação, ela nos mostra que é possível sim, alcançar o primeiro lugar.
Além da categoria feminina, a São Silvestre também contou com a participação de atletas masculinos, que fizeram uma disputa acirrada. O grande vencedor foi o queniano Kibiwott Kandie, que fez o percurso em 42 minutos e 59 segundos. Já o brasileiro melhor colocado foi Giovani dos Santos, que ficou em quarto lugar.
A São Silvestre é uma prova que vai muito além da competição. É um momento de superação, de desafiar seus próprios limites e de celebrar a saúde e o bem-estar. Além disso, a corrida também tem um papel importante na divulgação do esporte e na promoção da qualidade de vida. Afinal, quem não se inspira ao ver atletas como Nubia de Oliveira, que mostram que com determinação e esforço, é possível alcançar





