No início de 2017, o mundo foi apresentado a um novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Com uma campanha eleitoral repleta de promessas de mudanças na economia do país, muitos duvidaram e até mesmo subestimaram a capacidade do empresário de transformar suas ideias em ações. No entanto, quase dois anos depois, o Diretor do Conselho Econômico Nacional dos Estados Unidos, Larry Kudlow, afirma que “muitas pessoas em Wall Street subestimaram a política econômica de Trump”.
Kudlow, que também é conselheiro econômico da Casa Branca, acredita que a administração Trump tem feito um trabalho excepcional no que diz respeito à economia. Segundo ele, as políticas adotadas pelo governo têm sido eficazes e estão trazendo resultados positivos para o país. Para o diretor do Conselho Econômico Nacional, as mudanças na política comercial, o corte de impostos e a desregulamentação são alguns dos fatores que têm impulsionado o crescimento econômico dos Estados Unidos.
Um dos principais pontos destacados por Kudlow é a reforma tributária aprovada pelo Congresso no final de 2017. De acordo com ele, a redução de impostos para empresas e indivíduos tem estimulado os investimentos e o consumo, gerando um aumento na produção e na geração de empregos. Além disso, a desregulamentação está permitindo que as empresas tenham mais liberdade para crescer e inovar, o que também tem contribuído para o crescimento da economia.
Com o forte crescimento econômico dos últimos meses, Kudlow acredita que a taxa de desemprego dos Estados Unidos pode chegar a um patamar histórico de 3% nos próximos anos. Atualmente, a taxa de desemprego já está em 3,7%, a menor desde 1969. Além disso, o país registrou um crescimento de 4,2% no segundo trimestre deste ano, o maior em quatro anos.
No entanto, nem todos concordam com as declarações otimistas de Kudlow. Alguns economistas argumentam que o atual cenário econômico é resultado do trabalho iniciado pela administração anterior e que os efeitos das políticas de Trump podem ser temporários. Além disso, há preocupações com o déficit fiscal crescente do país, que pode prejudicar a economia no longo prazo.
Mesmo com essas opiniões divergentes, é inegável que a economia dos Estados Unidos tem apresentado um desempenho sólido nos últimos meses. O mercado de trabalho está aquecido, os salários estão aumentando e o consumo está em alta. Além disso, as empresas estão confiantes em investir e expandir seus negócios.
Outro ponto importante destacado por Kudlow é a política comercial adotada pelo governo Trump. O diretor do Conselho Econômico Nacional acredita que a imposição de tarifas sobre importações de vários países, especialmente da China, tem sido benéfica para a economia americana. Segundo ele, essas medidas visam proteger os interesses dos Estados Unidos e forçar outros países a negociarem acordos mais justos.
No entanto, as tarifas impostas pelo governo americano têm gerado preocupações e retaliações por parte de outros países, o que pode prejudicar as exportações e a economia global como um todo. Além disso, os consumidores americanos podem ser afetados com o aumento dos preços de produtos importados.
Em relação ao mercado de ações, Kudlow acredita que a volatilidade recente é comum e não deve ser motivo de preocupação. Ele afirma que o crescimento econômico sustentado e a geração de empregos são os principais indicadores de uma economia forte




