A revista The Economist, uma das mais conceituadas publicações de economia no mundo, recentemente reconheceu a economia portuguesa como a “economia do ano”. Essa distinção é uma justa aclamação do mérito e do trabalho de todos os portugueses e mostra que estamos no caminho certo. O líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, afirmou que essa conquista reforça a motivação do Governo em seguir o rumo que nos trouxe até aqui nos últimos meses.
É inegável que Portugal vem enfrentando um período desafiador nos últimos anos, com a crise econômica e financeira que assolou o país. No entanto, com determinação e esforço, os portugueses conseguiram superar as dificuldades e agora colhem os frutos desse trabalho árduo. O reconhecimento da The Economist é um sinal claro de que estamos no caminho certo e que nossos esforços não foram em vão.
A economia portuguesa vem apresentando sinais de recuperação e crescimento nos últimos meses. O desemprego está em queda, os investimentos estão aumentando e as exportações estão em alta. Além disso, o país tem conseguido cumprir as metas impostas pela União Europeia, o que tem gerado mais confiança dos investidores estrangeiros. Tudo isso é fruto de um trabalho em equipe, que envolveu o Governo, as empresas e a população em geral.
O Governo português tem desempenhado um papel fundamental nessa retomada da economia. Com medidas de austeridade, reformas estruturais e um plano de ajuste fiscal, Portugal conseguiu controlar suas contas públicas e voltar a crescer. O esforço do Governo é louvável e deve ser reconhecido por todos. Afinal, sem a coragem e a determinação de tomar decisões difíceis, não estaríamos comemorando essa conquista.
Mas não podemos deixar de destacar o papel da população nesse processo. Os portugueses tiveram que apertar o cinto, fazer sacrifícios e se adaptar às mudanças para que o país pudesse se reerguer. A resiliência e a força de vontade do povo português foram fundamentais para a superação da crise. E agora, com a economia em crescimento, é importante manter esse espírito de cooperação e trabalho em equipe para continuar avançando.
Além disso, as empresas portuguesas também têm um papel fundamental nessa retomada econômica. Com seu empreendedorismo e inovação, elas têm contribuído para o crescimento do país e a geração de empregos. É preciso valorizar e apoiar as empresas nacionais, pois são elas que impulsionam a economia e fazem a diferença na vida dos cidadãos.
A distinção da The Economist não é apenas um reconhecimento da economia portuguesa, mas também uma prova de que, com determinação, é possível superar qualquer desafio. O trabalho árduo e a coragem do Governo, a resiliência do povo e o empreendedorismo das empresas são os pilares que sustentam essa conquista. E é com essa mesma determinação que devemos continuar trilhando o caminho do crescimento e do desenvolvimento.
O ano de 2017 foi um marco para a economia portuguesa, mas não podemos nos acomodar. É preciso manter o foco e o comprometimento para seguir avançando e alcançar novas conquistas. A distinção da The Economist é um incentivo para que continuemos trabalhando em prol do crescimento e do bem-estar de todos os portugueses.
Portanto, podemos afirmar que a escolha da “economia do ano” pela The Economist foi mais do que merec




