A Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêuticas, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas (Fiequimetal) e o Sindicato dos Transportes Fluviais chegaram a um acordo com a Infraestruturas de Portugal (ICD) e a Iberlim para garantir os serviços mínimos nos aeroportos de Lisboa, Lajes e Santa Maria. No entanto, o mesmo não aconteceu com a Transtejo Soflusa.
O acordo foi alcançado após intensas negociações entre as partes envolvidas, com o objetivo de garantir o abastecimento nos aeroportos e minimizar os impactos da greve dos trabalhadores da Transtejo Soflusa, que começou no dia 12 de agosto. A paralisação afetou diretamente o transporte fluvial no rio Tejo, que é responsável por ligar as duas margens da capital portuguesa.
Com o acordo, ficou estabelecido que os trabalhadores da Transtejo Soflusa devem garantir um mínimo de 25% dos serviços durante os dias úteis e 40% nos fins de semana e feriados. Além disso, foi acordado que os serviços de transporte fluvial devem funcionar nos horários de pico, das 7h às 10h e das 17h às 20h, para garantir o deslocamento dos passageiros que utilizam o transporte público para chegar aos aeroportos.
A Fiequimetal e o Sindicato dos Transportes Fluviais destacaram a importância do acordo para garantir o abastecimento nos aeroportos e minimizar os transtornos causados pela greve. Segundo as entidades, o objetivo é garantir que os passageiros possam chegar aos seus destinos sem maiores problemas.
A ICD e a Iberlim também se mostraram satisfeitas com o acordo e destacaram a importância da colaboração entre as empresas e os sindicatos para garantir a continuidade dos serviços essenciais. As empresas ressaltaram que estão empenhadas em minimizar os impactos da greve e garantir que os passageiros não sejam prejudicados.
No entanto, o mesmo não aconteceu com a Transtejo Soflusa. As negociações entre a empresa e os sindicatos não chegaram a um acordo e, por isso, os serviços mínimos não foram estabelecidos. A empresa informou que irá cumprir a decisão do Tribunal Arbitral, que determinou que apenas 10% dos serviços devem ser mantidos durante a greve.
A falta de acordo com a Transtejo Soflusa preocupa os passageiros que utilizam o transporte fluvial para se deslocar entre as duas margens do rio Tejo. A empresa é responsável por operar as linhas que ligam Lisboa a Cacilhas, Seixal, Montijo e Barreiro. Com a greve, muitos passageiros têm enfrentado dificuldades para chegar ao trabalho e cumprir seus compromissos.
A Transtejo Soflusa informou que está tomando todas as medidas necessárias para minimizar os impactos da greve e garantir a segurança dos passageiros. A empresa também ressaltou que está aberta ao diálogo com os sindicatos para chegar a um acordo que atenda às demandas dos trabalhadores e também garanta a continuidade dos serviços.
Apesar da falta de acordo com a Transtejo Soflusa, o acordo alcançado com a Fiequimetal e o Sindicato dos Transportes Fluviais é um passo importante para garantir a continuidade dos serviços nos aeroportos de Lisboa, Lajes e Santa Maria. A colaboração entre as empresas e os sindicatos é fundamental para minimizar os impactos das greves e garantir que os serviços ess




