De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares do Estado do Rio de Janeiro (Sindepor), Carlos Ramalho, a decisão de avançar para a paralisação surge após meses de impasse nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). O sindicato representa cerca de 20 mil trabalhadores do setor de tecnologia da informação no estado do Rio de Janeiro.
A paralisação, que está prevista para acontecer no próximo mês, tem como objetivo pressionar as empresas do setor a atenderem às demandas dos trabalhadores, que incluem reajuste salarial, melhores condições de trabalho e benefícios. Segundo Ramalho, as negociações do ACT estão emperradas há mais de seis meses, sem avanços significativos por parte das empresas.
O presidente do Sindepor ressalta que os trabalhadores do setor de tecnologia da informação são essenciais para o funcionamento de diversas empresas e serviços, mas muitas vezes são subvalorizados e não recebem a devida valorização por seu trabalho. Ele afirma que a paralisação é uma forma de mostrar a importância desses profissionais e de lutar por seus direitos.
Além disso, Ramalho destaca que a pandemia da Covid-19 trouxe ainda mais desafios para os trabalhadores do setor de tecnologia da informação, que precisaram se adaptar rapidamente ao trabalho remoto e às novas demandas das empresas. No entanto, segundo ele, as empresas não reconheceram esse esforço e não ofereceram condições adequadas para o trabalho em home office.
O presidente do Sindepor também ressalta que a paralisação não é uma decisão tomada de forma impulsiva, mas sim após diversas tentativas de negociação com as empresas. Ele afirma que o sindicato está aberto ao diálogo e que espera que as empresas se sensibilizem e apresentem propostas que atendam às demandas dos trabalhadores.
A paralisação do próximo mês não será a primeira ação do Sindepor em busca de melhores condições para os trabalhadores do setor de tecnologia da informação. No ano passado, o sindicato realizou uma greve que durou mais de 40 dias e resultou em um acordo que garantiu reajuste salarial e outros benefícios para os trabalhadores.
Ramalho destaca que a paralisação é uma forma de mostrar a força e a união dos trabalhadores do setor de tecnologia da informação. Ele afirma que a categoria está disposta a lutar por seus direitos e que acredita que a paralisação será um marco importante nas negociações do ACT.
O presidente do Sindepor também ressalta que a paralisação não afetará os serviços essenciais, como hospitais e bancos, que utilizam sistemas de tecnologia da informação. Ele afirma que o sindicato está ciente da importância desses serviços e que a paralisação será realizada de forma consciente e responsável.
Por fim, Ramalho faz um apelo às empresas do setor de tecnologia da informação para que reconheçam a importância dos trabalhadores e apresentem propostas que atendam às suas demandas. Ele afirma que a paralisação é uma oportunidade para as empresas demonstrarem seu compromisso com seus funcionários e com a valorização do trabalho.
Em resumo, a decisão do Sindepor de avançar para a paralisação é uma forma de mostrar a força e a união dos trabalhadores do setor de tecnologia da informação e de lutar por seus direitos. O sindicato espera que as empresas se sensibilizem e apresentem propostas que atendam às demandas dos trabalhadores, garantindo assim




