As exportações de vinho português continuam a ser um dos principais motores da economia do país, com um desempenho notável no terceiro trimestre de 2025. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), as exportações de vinho atingiram os 696,1 milhões de euros, mantendo-se em linha com o mesmo período do ano anterior. Este é um sinal claro da força e resiliência do setor vitivinícola português, que continua a conquistar mercados e a afirmar-se como um dos melhores do mundo.
O vinho português tem uma longa tradição e uma qualidade reconhecida internacionalmente. Com uma diversidade de regiões e castas, o país oferece uma ampla gama de vinhos, desde os mais encorpados e complexos até os mais leves e frescos. Esta variedade tem sido um dos fatores chave para o sucesso das exportações, permitindo que Portugal se posicione como um fornecedor de vinhos de alta qualidade para diferentes segmentos de mercado.
No terceiro trimestre de 2025, os principais destinos das exportações de vinho português foram a França, o Brasil, os Estados Unidos, o Reino Unido e a Alemanha. Estes cinco países representam cerca de 60% do total das exportações, demonstrando a importância dos mercados tradicionais para o setor. No entanto, é importante destacar o crescimento das exportações para mercados emergentes, como a China, que registrou um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Este desempenho positivo é fruto de um trabalho árduo e de investimentos contínuos na promoção e divulgação dos vinhos portugueses no exterior. O setor tem apostado em ações de marketing e participação em feiras e eventos internacionais, que têm contribuído para aumentar a visibilidade e a notoriedade dos vinhos portugueses. Além disso, a aposta na qualidade e na inovação tem sido fundamental para conquistar novos mercados e fidelizar os consumidores.
Outro fator que tem contribuído para o sucesso das exportações é a aposta em vinhos com denominação de origem controlada (DOC) e indicação geográfica protegida (IGP). Estes selos de qualidade garantem que os vinhos são produzidos em regiões específicas e seguindo padrões rigorosos, o que confere aos produtos uma maior credibilidade e valorização no mercado internacional. Atualmente, Portugal conta com 31 regiões vitivinícolas com DOC e 14 com IGP, o que demonstra a diversidade e a riqueza do patrimônio vitivinícola do país.
Além disso, o setor tem investido em tecnologia e sustentabilidade, buscando aprimorar os processos de produção e minimizar o impacto ambiental. A utilização de técnicas mais eficientes e sustentáveis tem permitido a redução de custos e a melhoria da qualidade dos vinhos, tornando-os ainda mais competitivos no mercado internacional.
O sucesso das exportações de vinho português também tem um impacto positivo na economia do país. Além de gerar empregos diretos e indiretos, o setor contribui para o aumento das receitas e para o equilíbrio da balança comercial. Além disso, a promoção dos vinhos portugueses no exterior também tem um efeito positivo no turismo, atraindo cada vez mais visitantes interessados em conhecer as regiões produtoras e degustar os vinhos locais.
Diante deste cenário, é importante que o governo e as entidades responsáveis pelo setor continuem a apoiar e incentivar o crescimento das exportações de vinho português. É fundamental que sejam criadas





