O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente é uma organização que tem como objetivo estudar e propor soluções para a gestão adequada do território e a proteção do meio ambiente em Portugal. Recentemente, o grupo emitiu um comunicado afirmando que o processo de transição energética no país deve ser mais “participado”, a fim de garantir a compatibilização entre a transição energética e a proteção ambiental e social.
De acordo com o Grupo de Estudos, a transição energética é um processo fundamental para garantir um futuro mais sustentável para o nosso planeta. No entanto, é necessário que essa transição seja planejada e realizada de forma consciente e participativa, levando em consideração não apenas os aspectos econômicos, mas também os ambientais e sociais.
Nesse sentido, o grupo defende que o processo de transição energética em Portugal deve ser mais participativo, ou seja, deve envolver ativamente a sociedade civil e as comunidades locais. Isso significa que a população deve ser informada e consultada sobre as decisões relacionadas à transição energética, de modo a garantir que suas vozes sejam ouvidas e suas preocupações sejam consideradas.
Além disso, o Grupo de Estudos destaca a importância de se realizar estudos de impacto ambiental abrangentes antes da implementação de projetos de energia renovável. Esses estudos devem avaliar os possíveis impactos ambientais e sociais, além de identificar medidas de mitigação e compensação. Essa abordagem garante que a transição energética seja realizada de forma sustentável e responsável, minimizando os impactos negativos no meio ambiente e nas comunidades locais.
O grupo também ressalta a importância de se investir em tecnologias e práticas mais sustentáveis, como a energia solar e eólica, que são limpas e renováveis. Além disso, é necessário promover a eficiência energética e o uso consciente dos recursos energéticos, a fim de reduzir o consumo e a dependência de fontes não renováveis.
Outro ponto destacado pelo Grupo de Estudos é a necessidade de se considerar os aspectos sociais da transição energética. Isso inclui garantir que as comunidades locais sejam devidamente informadas e envolvidas no processo, além de promover a inclusão de grupos vulneráveis e a criação de empregos verdes. A transição energética não deve deixar ninguém para trás e deve ser uma oportunidade para promover uma sociedade mais justa e igualitária.
A proteção do meio ambiente também é uma preocupação fundamental do Grupo de Estudos. A transição energética deve ser realizada de forma a minimizar os impactos negativos no meio ambiente, preservando a biodiversidade e os recursos naturais. Além disso, é necessário considerar a adaptação às mudanças climáticas e a resiliência dos ecossistemas em todas as decisões relacionadas à transição energética.
Em resumo, o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente acredita que a transição energética em Portugal deve ser mais participativa, considerando os aspectos ambientais, sociais e econômicos. Somente dessa forma poderemos garantir um futuro sustentável para as próximas gerações, compatibilizando o desenvolvimento com a proteção do meio ambiente e o bem-estar social. É preciso agir agora e com responsabilidade para construirmos juntos um futuro melhor para todos.



