As equipes brasileiras feminina e masculina estão prontas para entrar em ação no Mundial de ginástica artística, que acontecerá em Jacarta, na Indonésia, a partir do próximo dia 19 de outubro. Este será o primeiro grande evento do ciclo olímpico rumo aos Jogos de Los Angeles (LA2028) e promete ser uma competição emocionante e repleta de talentos.
No entanto, uma das grandes ausências na equipe feminina é Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica do Brasil. A ginasta optou por não competir este ano e focar em sua recuperação. Mas, mesmo sem ela, a equipe feminina será liderada por duas grandes atletas: Flávia Saraiva e Júlia Soares. Ambas conquistaram o bronze por equipes no Mundial de Paris 2024 e serão fundamentais no desempenho brasileiro em Jacarta.
Além delas, Júlia Coutinho e Sophia Weisberg completam o time feminino brasileiro, que está preparado para dar o seu melhor e representar o país com muita garra e determinação. O Mundial de ginástica artística é uma das maiores competições do esporte e é uma honra para as ginastas brasileiras poderem fazer parte dela.
“Estou tendo a oportunidade de treinar com atletas dez ou onze anos mais novas do que eu. Eu e a Julia Soares, que temos mais experiência, estamos aqui também para ensinar, podendo mostrar o que é um Campeonato Mundial. Não é hora de cobrança, mas de aprendizado, de amadurecimento de jovens ginastas que estão convivendo com duas medalhistas olímpicas”, afirmou Flávia Saraiva, de 26 anos.
Na disputa masculina, a equipe brasileira será representada por Arthur Nory, Diogo Soares, Vitaliy Guimarães, Caio Souza e Yuri Guimarães. Trio já participou de Olimpíadas e é experiente nessas grandes competições. Com muito talento e dedicação, estes ginastas prometem mostrar ao mundo a força da ginástica artística brasileira.
Vale destacar que, excepcionalmente, por ser o primeiro Mundial do ciclo para LA2028, o evento não terá disputa por equipes. O foco será nas competições individuais, por aparelhos e no individual geral. É uma excelente oportunidade para os atletas mostrarem suas habilidades e se prepararem para os próximos desafios da carreira.
Segundo Hilton Dichelli, coordenador da seleção masculina, o primeiro Mundial de cada ciclo olímpico tem um caráter de reinício, de renovação. É a chance de vermos caras novas no cenário da ginástica artística e acompanhar o desenvolvimento dos atletas. Além disso, é uma oportunidade de adaptação a novos códigos de arbitragem e de mostrar novas séries e movimentos.
Com um time forte e experiente, o Brasil tem grandes chances de conquistar medalhas em Jacarta e mostrar ao mundo a qualidade dos seus ginastas. O país é reconhecido internacionalmente pelo seu talento na ginástica artística e o Mundial é uma vitrine para os nossos atletas mostrarem todo o seu potencial.
O Mundial de ginástica artística será uma competição emocionante e repleta de desafios para a equipe brasileira. Mas, acima de tudo, será uma oportunidade de aprendizado e evolução para os ginastas, que poderão compartilhar suas experiências e ensinamentos com os atletas mais jovens. É um momento de união, de trabalho em equipe e de mostrar ao mundo a força da ginástica artística brasileira.
Para os fãs do esporte, é uma chance de acompanhar de perto as performances dos melhores ginastas do mundo


