Na última quinta-feira, o mundo foi surpreendido com a notícia de que o primeiro-ministro Houthi do Iêmen havia sido assassinado em um ataque aéreo israelense. O líder político Ahmad Ghaleb al-Rahwi e outros membros do grupo pró-palestina também foram alvos do bombardeio. A ação foi condenada por diversos países e organizações internacionais, gerando uma onda de indignação e revolta.
O ataque ocorreu na capital do Iêmen, Sanaa, que já sofre com a guerra civil e a crise humanitária. Segundo relatos, o bombardeio atingiu o prédio onde o primeiro-ministro e seus aliados se reuniam para discutir questões políticas e sociais do país. O resultado foi a morte de al-Rahwi e dezenas de outras pessoas, além de feridos e danos materiais.
O primeiro-ministro Houthi era conhecido por sua liderança e defesa dos direitos do povo palestino. Ele era um forte aliado do movimento de resistência contra a ocupação israelense e lutava por uma Palestina livre e soberana. Sua morte é uma grande perda para a causa e um duro golpe para a região do Oriente Médio.
O ataque foi prontamente condenado por diversos países e organizações, que exigiram uma investigação imparcial e a responsabilização dos responsáveis. O Conselho de Segurança da ONU se reuniu de forma emergencial para discutir a situação e pedir o fim dos ataques aéreos no Iêmen. O secretário-geral da ONU, António Guterres, também se pronunciou, afirmando que “não há justificativa para ataques a civis” e pedindo o respeito ao direito internacional humanitário.
O governo israelense, por sua vez, alegou que o ataque foi uma resposta a um suposto ataque de mísseis lançados pelo grupo Houthi contra Israel. No entanto, essa justificativa é questionada por muitos, já que o Iêmen não possui capacidade militar para realizar tal ação. Além disso, o bombardeio foi realizado em um momento em que o país enfrenta uma grave crise humanitária, com milhões de pessoas sofrendo com a fome e a falta de acesso a serviços básicos de saúde.
O ataque também gerou uma onda de protestos em diversos países, com manifestações pedindo o fim da violência e a solidariedade ao povo iemenita. Nas redes sociais, a hashtag #StopBombingYemen (parem de bombardear o Iêmen) se tornou trending topic, mostrando a indignação e a mobilização da sociedade civil em relação ao ocorrido.
É importante ressaltar que o Iêmen já enfrenta uma guerra civil desde 2015, quando rebeldes Houthi tomaram o controle da capital e depuseram o governo. Desde então, o país vive em um cenário de violência e instabilidade, com a intervenção de potências estrangeiras e ações militares que têm deixado um rastro de destruição e sofrimento.
O bombardeio que vitimou o primeiro-ministro Houthi e outras lideranças pró-palestina é mais um episódio trágico nessa guerra que parece não ter fim. A comunidade internacional precisa se unir para buscar uma solução pacífica e duradoura para o conflito no Iêmen, que já causou a morte de milhares de pessoas e deixou milhões em situação de vulnerabilidade.
Neste momento de luto e indignação, é importante lembrar do legado de Ahmad Ghaleb al-Rahwi e de sua luta pela justiça e pela paz na região. Seu sacrifício não será esquecido e continuará inspirando aqueles que lutam por um mundo mais





