No dia 26 de novembro de 2008, a cidade de Mumbai, na Índia, foi alvo de uma série de ataques terroristas que chocaram o mundo todo. O ataque, que ficou conhecido como “26/11”, durou cerca de quatro dias e deixou um saldo trágico de 174 vítimas fatais, sendo 169 indianas, 53 britânicas, sete canadenses e uma portuguesa.
Esses ataques foram planejados e executados por um grupo terrorista com base no Paquistão, conhecido como Lashkar-e-Taiba. Eles escolheram alvos estratégicos na cidade, como hotéis de luxo, um hospital e a famosa estação de trem Chhatrapati Shivaji Terminus, onde a maioria das vítimas foi morta.
Entre as vítimas, estavam pessoas de diferentes nacionalidades e origens, que estavam em Mumbai por diversos motivos. Algumas estavam a trabalho, outras a passeio, mas todas foram surpreendidas por um ato de violência sem sentido.
Entre as 169 vítimas indianas, estavam homens, mulheres e crianças de todas as idades, de diferentes classes sociais e religiões. Entre eles, estavam também funcionários dos hotéis atacados, policiais e soldados que lutaram bravamente para proteger a população. Todos eles são heróis que jamais serão esquecidos.
As 53 vítimas britânicas eram turistas que estavam em Mumbai para conhecer a cultura e a beleza do país. Entre elas, estavam também empresários e executivos que estavam na cidade a trabalho. Infelizmente, essas pessoas tiveram suas vidas interrompidas de forma trágica e injusta.
A única vítima portuguesa, uma mulher de 36 anos, estava em Mumbai a trabalho. Ela era diretora de comunicação de uma empresa de consultoria e estava hospedada em um dos hotéis atacados. Sua morte deixou uma família inteira em luto e um país inteiro lamentando a tragédia.
Já as sete vítimas canadenses eram estudantes que estavam em Mumbai para participar de um programa de intercâmbio cultural. Eles tinham entre 20 e 22 anos e estavam ansiosos para conhecer a cultura indiana e fazer novos amigos. Infelizmente, suas vidas foram ceifadas antes mesmo de começarem essa experiência.
Após os ataques, o mundo inteiro se uniu em solidariedade às vítimas e suas famílias. As bandeiras foram hasteadas a meio mastro em diferentes países e vigílias foram organizadas em homenagem aos que perderam suas vidas. Foi um momento de tristeza e reflexão, mas também de união e força.
A Índia foi profundamente abalada com os ataques, mas mostrou sua resiliência e determinação em se reerguer. O governo tomou medidas para aumentar a segurança no país e combater o terrorismo, e a população se uniu para ajudar as famílias das vítimas e mostrar que o amor é mais forte que o ódio.
Hoje, 12 anos após esse trágico acontecimento, lembramos com carinho e respeito das 174 vítimas dos ataques terroristas em Mumbai. Suas histórias e suas memórias jamais serão esquecidas e seu legado continua vivo naqueles que lutam por um mundo mais justo e pacífico.
Às 169 vítimas indianas, às 53 vítimas britânicas, à vítima portuguesa e às sete vítimas canadenses, deixamos nossa homenagem e nosso desejo de paz e justiça. Que esse ato de violência nunca se repita e que possamos aprender com ele a importância de valorizar a vida e




