Com o afastamento do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, surgem diversas incertezas sobre o futuro do futebol brasileiro. Entre elas, está a possível vinda do renomado técnico italiano Carlo Ancelotti para comandar a seleção brasileira. No entanto, o novo presidente da CBF, Benjamin Back, aponta que essa contratação pode não ser uma prioridade e destaca possíveis mudanças na confederação.
Ancelotti, que possui uma vasta experiência no futebol europeu, é um dos nomes mais cotados para assumir o comando da seleção brasileira após a Copa do Mundo de 2022. No entanto, com a saída de Ednaldo Rodrigues, que era o principal defensor da contratação do italiano, surgem dúvidas sobre a continuidade desse projeto.
Benjamin Back, que assumiu a presidência da CBF após o afastamento de Ednaldo Rodrigues, concedeu uma entrevista ao site CNN Brasil, onde falou sobre a possível vinda de Ancelotti e as mudanças que pretende implementar na confederação. De acordo com o novo presidente, a prioridade no momento é reestruturar a CBF e torná-la mais transparente e eficiente.
“Não podemos negar a qualidade e o currículo de Ancelotti, mas no momento precisamos focar em outras questões. A CBF passou por uma série de escândalos nos últimos anos e é preciso mudar essa imagem. Queremos uma confederação mais moderna, transparente e que trabalhe em prol do futebol brasileiro”, afirmou Benjamin Back.
A possível vinda de Ancelotti para a seleção brasileira gerou grande expectativa entre os torcedores e a imprensa esportiva. No entanto, é importante lembrar que a escolha do técnico é uma decisão que cabe ao presidente da CBF e sua equipe, que devem levar em consideração diversos aspectos, como o perfil do treinador, sua adaptação ao futebol brasileiro e o planejamento para a próxima Copa do Mundo.
Além disso, a contratação de um técnico estrangeiro para comandar a seleção brasileira também gera debates sobre a valorização dos profissionais brasileiros. Com uma grande quantidade de treinadores de qualidade no país, muitos questionam a necessidade de buscar um nome de fora, enquanto poderíamos investir em nossos próprios talentos.
No entanto, é importante ressaltar que a vinda de Ancelotti não é uma certeza e que o novo presidente da CBF está aberto a todas as possibilidades. Benjamin Back afirmou que pretende conversar com diversos treinadores, tanto brasileiros quanto estrangeiros, e que a escolha será feita com base em critérios técnicos e estratégicos.
Além da possível vinda de Ancelotti, Benjamin Back também destacou outras mudanças que pretende implementar na CBF. Entre elas, está a criação de uma comissão técnica permanente, que será responsável por acompanhar e auxiliar os treinadores das seleções de base e da seleção principal.
Outra mudança importante é a criação de um departamento de integridade e compliance, que será responsável por garantir a transparência e a ética na gestão da CBF. Com isso, o novo presidente pretende acabar com os escândalos e a má reputação que a confederação adquiriu nos últimos anos.
Benjamin Back também falou sobre a importância de valorizar o futebol feminino e as categorias de base, investindo em infraestrutura e formação de novos talentos. Além disso, o novo presidente pretende fortalecer as relações com as federações estaduais e os clubes brasileiros, buscando uma maior união em prol do desenvolvimento do futebol no país.
Em resumo, o afastamento de Ed





