A Secretária-geral do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, recentemente enfatizou que a lógica de exclusão e estigmatização voltou a ser predominante nas ações da organização. Essa declaração foi feita durante a 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas, onde a representante brasileira ressaltou a importância de se combater essa tendência e promover uma agenda de inclusão e diálogo.
A lógica de exclusão e estigmatização se refere a uma visão limitada e preconceituosa que busca dividir e marginalizar grupos sociais, baseada em características como raça, gênero, religião e orientação sexual. Infelizmente, essa mentalidade tem se tornado cada vez mais presente em diversos países e organizações, gerando consequências negativas para a sociedade global.
Durante seu discurso, Maria Laura da Rocha destacou que a promoção dos direitos humanos e a construção de sociedades justas e igualitárias são valores fundamentais do Itamaraty. Além disso, ela afirmou que é preciso combater a lógica de exclusão e estigmatização em todas as suas formas, seja no âmbito nacional ou internacional.
A Secretária-geral também enfatizou que as ações do Itamaraty devem estar alinhadas com os princípios da Carta das Nações Unidas, que prega a igualdade e o respeito à diversidade. Nesse sentido, o Brasil tem um papel importante a desempenhar como membro das Nações Unidas e como um dos países mais diversificados do mundo.
No entanto, é preciso reconhecer que o Brasil também enfrenta desafios internos em relação à exclusão e ao estigma. Ainda hoje, existem grupos que são marginalizados e discriminados em nossa sociedade, seja por sua cor de pele, origem étnica, gênero ou orientação sexual. É papel do governo e da sociedade como um todo trabalhar juntos para promover a igualdade e combater essa lógica de exclusão.
Felizmente, a Secretária-geral do Itamaraty destacou que o país tem tomado medidas importantes nesse sentido. Entre elas, está a criação da Secretaria de Igualdade Racial em 2003, que tem como objetivo promover políticas públicas para combater a discriminação e promover a inclusão. Além disso, o Brasil também tem sido um defensor de iniciativas internacionais, como a Década Internacional de Afrodescendentes, que busca combater o racismo e a discriminação racial em todo o mundo.
No entanto, é preciso ir além e continuar avançando nessa agenda. É necessário que todos os setores da sociedade se engajem na luta contra a exclusão e o estigma, promovendo a inclusão e o diálogo entre diferentes grupos sociais. O Itamaraty, como órgão responsável pela política externa do Brasil, tem um papel fundamental nesse processo, defendendo os valores da igualdade e da não discriminação nas relações internacionais.
Em um momento em que vemos um aumento da polarização e do extremismo em todo o mundo, é necessário reforçar a importância de se combater a lógica de exclusão e estigmatização. A diversidade é um valor a ser celebrado e não um motivo para discriminação. Devemos nos unir para promover uma sociedade mais justa e inclusiva, garantindo que todos os indivíduos tenham seus direitos e dignidade respeitados.
Em suma, a Secretária-geral do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, deixou claro a importância de se combater a lógica de exclusão e estigmatização nas ações da organização. É preciso que o Brasil continue trabalhando para promover a igualdade e a inclusão em todas as esferas, e o Itamaraty tem um papel fundamental nesse





