Recentemente, a REN (Redes Energéticas Nacionais) divulgou um comunicado revelando que, no mês passado, apenas 13% do consumo de eletricidade foi proveniente de fontes não renováveis, enquanto os restantes 9% foram supridos com energia importada. Esses números são um reflexo do crescente avanço das energias renováveis e da importância de investir em fontes sustentáveis de energia.
A REN é a responsável pela gestão e operação das infraestruturas energéticas em Portugal, incluindo a rede de transporte e distribuição de eletricidade. A empresa tem como objetivo garantir o fornecimento seguro e eficiente de energia, promovendo a transição para um sistema energético mais sustentável.
Segundo o comunicado, a produção não renovável foi responsável por apenas 13% do consumo de eletricidade no mês passado. Isso significa que a maior parte da energia consumida pelos portugueses foi proveniente de fontes limpas e renováveis, como a energia solar, eólica, hidroelétrica e biomassa. Esses números são fruto dos investimentos realizados nas últimas décadas no setor energético, que têm permitido o aumento da produção de energia limpa em Portugal.
Além disso, os dados divulgados pela REN mostram que ainda há espaço para crescer. Os investimentos em energias renováveis devem continuar, pois o objetivo é que, em um futuro próximo, a produção não renovável seja completamente substituída por fontes limpas. A transição para uma economia de baixo carbono é crucial para combater as mudanças climáticas e garantir um futuro sustentável para as gerações futuras.
Outro ponto importante destacado no comunicado é o aumento da importação de energia. No mês passado, 9% da eletricidade consumida em Portugal foi importada de outros países. Isso mostra a dependência que ainda temos de fontes de energia não renováveis, como o gás natural e o carvão. Porém, com os avanços tecnológicos e os incentivos governamentais, é possível que, em um futuro próximo, essa dependência seja reduzida significativamente.
Ainda de acordo com a REN, o consumo de energia no mês passado foi 2% superior ao do mesmo período no ano passado. Isso pode ser explicado pelo aumento da atividade económica e pela retomada das atividades pós-pandemia. Porém, é importante ressaltar que, mesmo com o aumento do consumo, a produção de energia não renovável se manteve estável, o que reforça a importância dos investimentos em fontes renováveis.
Outro fator que contribui para o crescimento das energias renováveis em Portugal é a redução dos custos de produção. Com o avanço da tecnologia e a maior escala de produção, o custo de produção de energia limpa tem se tornado cada vez mais competitivo com o de fontes não renováveis. Isso faz com que a transição para uma economia de baixo carbono seja ainda mais viável e necessária.
Além disso, a aposta em energias renováveis também gera empregos e fomenta a economia. Segundo um estudo do Centro de Estudos em Economia da Energia (CEEE), a implementação de políticas de energia renovável em Portugal gerou mais de 18 mil empregos diretos no ano passado. Além disso, o setor de energias renováveis é um dos mais promissores para a criação de novos postos de trabalho nos próximos anos.
É importante ressaltar que a transição para uma economia de baixo carbono não é apenas uma questão ambiental, mas também econômica e social. O avanço das energias renováveis traz inúmeros benefícios, como a redução da dependência de combustíveis fósseis e a cria





